TEATRO

DOM ROBERTO

Teatro Tradicional Português de Marionetas

M/3

 

SINOPSE

Capaz de divertir pequenos e graúdos, Dom Roberto, o herói destas histórias, luta contra gigantes, monstros, salva princesas e é capaz de derrotar até a própria morte.

O Teatro Dom Roberto faz parte do imaginário dos portugueses mais antigos e que ainda se lembram dos robertos em feiras, romarias, prais e praças do país. Já conta com cerca de 4 séculos de história e chega aos nossos dias revitalizado por diversas companhias nas quais se incluem os Valdevinos.

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FICHA-TÉCNICA

& ARTÍSTICA

Autor: Teatro Popular Português Bonecreiro: Fernando Cunha Construção de Bonecos: Ana Pinto Cenários e Adereços: Carlos Apolo Martins Marceneiro: José Arruda Figueiredo Serralheiro: Joaquim Guerreiro Pesquisa: Valdevinos Design gráfico/web: Norma Carvalho Vídeo/Fotografia: Ricardo Reis Direcção de Produção: Ana Pinto Produção Executiva: Margarida Coelho

Técnica: marionetas de luva

Classificação Etária: Maiores de 3 anos

Duração: apróx. 15 minutos cada

 
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O TEATRO

DOM ROBERTO

O Teatro Dom Roberto ou Teatro de Robertos é um repertório tradicional português de teatro de marionetas. A sua origem remonta ao séc.XVII introduzido em Portugal por marionetistas italianos e franceses, influenciados pela Commedia dell’Arte italiana. Adaptou-se à realidade cultural portuguesa seguindo a tradição europeia dos heróis populares com o personagem Dom Roberto que é capaz de vencer a própria morte. Uma característica relevante em todos os personagens é a voz distorcida pela utilização de uma palheta. O repertório chega aos nossos dias pelas mãos de mestres bonecreiros que solitariamente deambularam de lugar em lugar e nos passaram o testemunho desta tradição que procuramos preservar.

 
 
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REPERTÓRIO

Teatro Dom Roberto

Os Valdevinos teatro de marionetas incluem no seu repertório o tradicional Teatro Dom Roberto, as peças “O Barbeiro Diabólico”, “A Tourada à Portuguesa”, “Rosa e os Três Namorados” e “O Castelo dos Fantasmas”.

Para além do repertório tradicional acrescenta duas novas histórias originais com o Dom Roberto como protagonista por terras de Sintra, em duas das suas realidades: o mar “O Pescador” e o campo “O Moleiro e o Burro”.

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A TOURADA

A Tourada retrata vários episódios numa corrida de touros à portuguesa. Os intervenientes, o toureiro e os forcados enfrentam o touro que, com as mais variadas artimanhas sai são e salvo e no final também ele agradece ao público com vénias.

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O BARBEIRO DIABÓLICO

Dom Roberto vai casar e decide ir ao barbeiro fazer a barba e o cabelo. Achando o corte demasiado caro, regateia o preço o que desencadeia uma luta desenfreada que culmina com a morte do barbeiro. Aparece o polícia para investigar, a seguir o diabo para o condenar e por fim a Morte para o levar, mas Dom Roberto consegue resistir a todos.

 
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O CASTELO DOS FANTASMAS

A princesa foi presa pelo Gigante na torre do castelo e pede por socorro. Dom Roberto aparece e logo se apaixona pela princesa. Promete que a vai tirar dali. Mas não vai ser fácil, pois temos o Fantasma, o Crocodilo, o Diabo e o Gigante que estão ali para defender o Castelo. Mas Dom Roberto com o pau consegue vencê-los e finalmente liberta a princesa. No fim saem aos beijos com a marcha nupcial.

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ROSA E OS TRÊS NAMORADOS

A Rosa aproveita saída dos patrões para receber os seus namorados em casa, o Sapateiro, o Ourives e o Brasileiro que lhe prometem mundos e fundos. Depois de muita truca, truca, truca, com eles e de os esconder nos armários, os patrões chegam e é um caso sério. O patrão chama o guarda que começa a dar paulada em todos os namorados. Aproveitando a nova saída dos patrões, Rosa puxa o guarda para a cama e truca, truca, truca…

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O PESCADOR

O Roberto vai à pesca. Durante a pescaria vai ter muitas peripécias. Tem de lutar com o crocodilo, encontra garrafas, botas e muito lixo. Finalmente encontra um peixe teimoso. Mas como sempre sai vitorioso.

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O MOLEIRO

E O BURRO

O moleiro quer levar a sua farinha para vender na vila. Começa a carregar o burro, mas cada saco que coloca no burro, este começa a afundar-se. O burro recusa-se a andar pois leva muito peso. O moleiro bem tenta fazer por levantar o burro mas este não se mexe. Saem os dois, com o moleiro a carregar os sacos e o burro.